Musicoterapia.

 

Música e terapia

 

“Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo para facilitar e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do indivíduo para que ele possa alcançar uma melhor integração intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento”.

(Federação Mundial de Musicoterapia – 1996).

 

Para saber mais sobre a musicoterapia no Brasil, acesse o site
http://www.musicoterapia.mus.br

 

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 Reflexões e convicções pessoais acerca da utilização da música como recurso terapêutico, com foco na área da saúde materno infantil:

O conceito proposto pela Federação Mundial de Musicoterapia, em 1996, é o resultado de um esforço mundial de profissionais musicoterapeutas para definir em palavras, da maneira mais simples e acessível possível, todo o espectro de possibilidades de nós, humanos, utilizarmos cientificamente o som e a música (e seus elementos constituintes, a saber: altura, andamento, harmonia, intensidade, melodia, métrica, ritmo e silêncios) como recurso terapêutico nas mais diversas áreas da saúde, da comunicação e da educação. E não somente para nossa espécie, pois o som e a música são vibrações que atingem tudo que existe no planeta.

Lembro muito bem quando, em agosto de 1980, cursando o primeiro semestre do curso de graduação em educação artística, licenciatura em música, na Faculdade de Educação Musical do Paraná, numa das primeiras aulas de FECH – Fundamentos de Expressão e Comunicação Humana – fiquei sabendo que existia um curso de especialização em musicoterapia. Ao ler ou ouvir essa palavra nova em meu vocabulário, imediatamente senti grande identificação. Um clic, um insigt…

Como na época meu sonho era viver de música (estudar, casar, ter filhos, casa etc…levando a vida na flauta), abandonei o curso no terceiro semestre para me dedicar exclusivamente a tocar. Toquei muito, de tudo e em todos os lugares. No final de 1982, estava eu de mochila pronta para ir de carona para Imperatriz – MA, para trabalhar lá na secretaria de cultura municipal, almoçando com a mãe e assistindo o telejornal. Derrepente veio a notícia: “estão abertas as inscrições para o curso de graduação em musicoterapia na…”

Decidi me inscrever, adiar a viagem e ver se passava. Passei e minha vida seguiu um rumo tal que estou - aqui e agora - totalmente envolvido com a profissão que abracei. E, de uma forma ou de outra, estou vivendo de música.

Mas, resumida a história, o que pretendo nesta página é expressar minhas convicções pessoais (éticas, filosóficas, espirituais e artísticas) acerca de o que é musicoterapia.

Não tenho a mínima pretenção de apresentar um conceito amplo e geral, nunca. Até porque, desde o tempo de estudante, eu concentrei meus estudos, pesquisas e atuação clínica totalmente focado na área da saúde materno infantil. O máximo que eu posso ousar é sugerir uma definição de o que é musicoterapia para gestantes e famílias grávidas. Nos próximos anos esforçar-me-ei nesse intuito.

Em 2001, em plena vibração coletiva mundial causada pela expectativa do novo milênio, do século XXI e da Era de Aquário, nominei o método que amadureceu em sete anos de prática profissional como musicoterapeuta de gestantes, famílias grávidas e seus futuros bebês:

Método Bebê do Futuro.

E, desde que o Cristiano dos Anjos (web design/SEO) me instrumentalizou a acrescentar neste site o que eu bem entender, posso atualizar e descrever minhas observações empíricas e/ou científicas.

Então, se este assunto lhe interessa, visite com regularidade esta página e o blog, também, pois estarei por aqui com frequência. Tenho muito conteúdo pois com esses modernos recursos de buscadores, a cada dia que passa encontro uma nova pesquisa ou observação sobre o tema.

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Estímulo para as mães, os pais, parentes e/ou cuidadores criarem a ‘música individual’ dos bebês do futuro:

 

Para compor/criar uma melodia para seu futuro (ou presente) bebê, você não precisa ter nenhum ‘dom’  musical – até porque isso não existe, Deus concede incessantemente a  todos os seres ‘humanos’  que respiram na Terra a capacidade natural de se expressar por intermédio dessa Arte que já traz todos os seus elementos constitutivos, quais sejam: o ritmo, a melodia, a harmonia, o andamento, a métrica, a intensidade e os silêncios nas entranhas do corpo e na estrutura neuronal de suas (seus) filhas (os)  - mas para facilitar e estimular o pontapé inicial adaptei da numerologia uma tabela e desenvolvi uma ‘ Alfa Musical’.

Vou citá-la já e dar um exemplo básico para deixar explícita e clara a sua utilização:

Tabela Alfa Musical

Tabela da relação das letras do alfabeto com sete das notas musicais,  
para facilitar e estimular a composição das melodias para os bebês do futuro;  
             
LA SI MI FÁ  SOL
a b c d e f g
h i j k l m n
o p q r s t u
v w x y z    

 

Exemplo básico da utilização da tabela alfa musical para a composição da melodia-bebê:

nome – BRUNO MARTINS PEREIRA

Daí é só fazer a associação, assim ó:

B – si

R – ré

U – sol

N – sol

O – la

M- fa

A- la

R- ré

T- fá

I- si

N- sol

S- mi

P- si

E- mi

R- ré

E- mi

I- si

R- ré

A- lá

Então fica assim a sequência:

si – ré – sol – sol – la

fa – la – ré – fa – si – sol – mi

si – mi – ré – mi -si – ré – la

Aí está a sequência das notas musicais do nome do meu filho por exemplo – e ‘que exemplo’ – agora, se você não sabe o que fazer com esses sons musicais, converse com alguém que conheça, em qualquer instrumento musical  [o mais universal por exemplo: a voz humana] que aplique o ritmo, a duração, o andamento, a métrica, a intensidade, os silêncios (pausas), e se vai ser tonal ou atonal também; e vá fazendo, paciente e amorosamente, tentativas até ficar satisfeita (o) com o resultado musical.

Se o (a)  ’compositor (a)’ tiver um pouco mais de habilidade e algum conhecimento básico de harmonia pode aplicá-la também.

Encontre agora alguém que aprendeu – acadêmica ou autodidaticamente – a escrever essa composição musical em uma pauta, só para registrar no papel o seu amor sonoro pelo seu bebê.

Como diz o camelô: ‘não requer prática nem habilidade, qualquer criança brinca e se diverte’.

Ainda não aprendi a usar aqueles programas de informática para colocar nesta página a pauta relativa à associação alfa musical acima citada, mas, espero que esse detalhe não lhe dificulte a inspiração para criar uma composição, por mais básica que seja, e cante ou toque em qualquer instrumento musical, com regularidade e frequência para o bebê ouvir/escutar e, assim, ir memorizando aos pouquinhos e se relacionando afetivamente com o presente sonoro que ganhou de seus pais ou cuidadores.

Essa obra musical significará um referencial de conforto para sua (seu) filha (o), e para toda a vida dela (e)!

Se você, mesmo com essa tabela, ainda não conseguir compor, entre em contato comigo que pelo menos a melodia eu posso sugerir-lhe.

É uma ‘brincadeira’ prazerosa onde você tem a chance de, pelo menos, expressar à futura criança seu amor sonoro musical.

Reafirmo, para finalizar este breve artigo: a música não é um privilégio concedido somente a algumas (uns) humanas (os) dotadas (os) de um ‘dom’, não mesmo, qualquer um (a) de nós traz em si o talento de associar sons e criar música.

A música, como a conhecemos neste planeta, é a consoladora que o Criador (ou será Criadora?!), nos presenteou para suportarmos as provas e expiações inerentes a esta vida.

Deixe de lado minhas elocubrações filosóficas e de fé – para não criar uma barreira entre nossas convicções – o importante é utilizar a tabela acima e ‘mandar brasa’ na composição.

‘Todo mundo é musicista (músico) – até prova em contrário!’

F.O.Pereira – 2011

Siga a música!

Até breve…

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